Maldita e infernal Dama Cinzenta!!!
Que de noite e de dia, não me larga e me apoquenta!
De dia cada palavra que proferes, é gritar...
E de noite com o teu monstruoso ressonar,
Criras a podre, por dentro e por fora...
Cura-te Lisboa, que teu mal não é de agora!
Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
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